Reparação de emergência num forno de soleira móvel
O que está lá dentro só se vê quando está aberto
Situação inicial
Um forno de soleira móvel na oficina de um construtor de instalações precisava, a curto prazo, de uma reparação do revestimento refratário. O pedido chegou numa segunda-feira, por e-mail e por telefone. Na terça às onze, dois montadores estavam junto ao forno. Ninguém podia dizer de antemão o que havia exatamente a fazer — isso decide-se com o forno aberto.
Âmbito dos serviços
- Forno de soleira móvel
- Reparação de emergência
- Inspeção
- Revestimento refratário
- Faturação por trabalho efetivo
Dados do projeto
O problema a resolver
O âmbito no refratário não pode ser fixado antes da inspeção. Um preço fixo ficaria alto demais ou transformar-se-ia em reclamação ao primeiro achado
Um forno de soleira móvel não se reveste por um só lado: soleira, carro, paredes e porta dilatam de forma diferente e têm de encaixar entre si
O curto prazo vale também para as pessoas: alojamento, deslocação e material tinham de estar prontos num dia
Estavam previstas duas deslocações. Se a primeira derrapa, derrapa tudo o que vem atrás
A abordagem da SBS
Foi proposta uma estimativa com faturação por trabalho efetivo, através de registos de horas e de prestação — precisamente porque o âmbito só se conheceria na inspeção. Um achado adicional tornou-se assim uma linha no registo e não um litígio.
Dois montadores, um interlocutor, uma equipa contínua. As duas deslocações encadearam-se sem um único dia de interrupção.
O início foi prometido à hora e cumprido: terça-feira, onze horas, um dia depois do pedido.
Cada turno entrou no registo de prestação. O cliente podia acompanhar o que o achado custava, em vez de receber uma soma no fim.
Resultados mensuráveis
Os principais indicadores do projeto «Reparação de emergência num forno de soleira móvel»
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